Desde às raízes da independência, a Maçonaria influencia os rumos políticos, econômicos e sociais do país. Em maior ou menor grau, o que se observa é a tentativa, por parte dessa seita herética, em transformar a Terra de Santa Cruz em um modelo laico, liberal e modernista. Por meio de ações perversas e imorais, a maçonaria foi responsável pelos episódios mais violentos contra a Santa Madre Igreja. O problema é que, hoje, muitos católicos estão sendo cooptados por essa seita, sem saber que a maçonaria já está condenada pelo Sagrado Magistério. Hoje, o Congresso Nacional homenageia essa seita, deixando às claras que o governo está repleto de maçons. Em tempo, faz-se necessário combater o bom combate e guardar a fé.
A franco-maçonaria foi responsável pela revolução mais sanguinária contra a Santa Madre Igreja. A Revolução Francesa (1789-1799) resultou em mais de 20 mil mortes de todo o clero. Apesar dos grandes heróis da Vendeia, não foi possível conter o ímpeto revolucionário. Em sua fase mais aguda, o chamado Terror, a guilhotina foi utilizada como instrumento para ceifar a vida de bravos católicos que queriam defender a Santa Igreja Católica. Não satisfeito com essa perseguição, até o calendário gregoriano foi alterado e, também, na Catedral de Notre Dame, um culto ao Ser Supremo foi realizado.
Ainda no século XIX, durante o período de unificação italiana, o Reinado do Piemonte Sardenha, comandado por Victor Emanuel e o Conde de Cavour, ambos maçons, fizeram de tudo para que houvesse o fim dos Estados Pontifícios. Na década de 1850, Cavour e Garibaldi se reúnem em Napoli para poder definir a estratégia e tomar a cidade de Roma. Esperaram o tempo correto e, em 1870, no contexto de Guerra Franco-Prussiana, tropas de Cavour entram na cidade eterna e decretam-na como capital de uma Itália liberal, maçônica e gnóstica. Como consequência, o Papa foi pressionado a deixar sua residência e, ao mesmo tempo, se confinar na Basílica de São Pedro. Começava, assim, a Questão Romana.
Concomitantemente a esses acontecimentos na Europa, a maçonaria liderada pelo Visconde do Rio Branco e Duque de Caxias, passaram a pressionar a Santa Madre Igreja no Brasil para poder celebrar missas maçônicas. Nesse contexto, é fundamental a intervenção do bispo Dom Vital para impedir que a casa do Senhor não fosse infestada por essa seita herética. O imperador D.Pedro II não ouviu a sua filha, Princesa Isabel, e não impediu a prisão do bispo. Isso demonstra o nível de perversidade que os maçons fazem, ao dividir pai e filha. Tal seita só pode ser obra do demônio.
Observando essa situação de grandes turbulência, o Papa Pio IX e posteriormente Leão XIII, decidiram combater a maçonaria com força, coragem e bravura. Pio IX escreveu uma série de orações para o combate espiritual. Na Missa Tradicional, as orações ao final são rezadas para que a Santa Madre Igreja seja exaltada e, ao mesmo tempo, possa combater os inimigos. O papa Leão XIII, na encíclica Humanum Genus escreve contra a maçonaria, condenando-a e excomungando-a. Nesse sentido, fica evidente que nós, cristãos, não devemos, em nenhuma hipótese, compactuar com os desígnios vindos dessa seita.
No México, desde 1870, a maçonaria vinha tentando reduzir a influência da Santa Igreja Católica na sociedade. Depois de muita articulação, eclode, em 1910, um processo revolucionário que culmina, em 1817, com a Constituição Mexicana. Dentro dessa Carta Política, o México torna-se laico, os bens da igreja seriam confiscados e haveria muitas expropriações. A partir do momento em que o poder revolucionário se consolida e passa a implementar os mandamentos da constituição, os católicos passam a se articular no campo para poder resistir aos ataques sujos e imorais da seita maçônica. Inicia-se, portanto, a chamada Cristiada, ou Guerra Cristera. Dentro desse contexto é que surge o grande brado “VIVA CRISTO REI”.
No Brasil, com o positivismo comtiano, o utilitarismo liberal e a penetração de um profundo sentimento anti-católico desde Getúlio Vargas, a maçonaria encontrou terreno fértil para poder implementar os seus projetos. Paulatinamente e contando com os estragos educacionais causados pela Teoria Crítica e Metodologia estruturalista, houve capacidade espraiamento, quase que imperceptível pela maior parte da população, dessa seita diabólica. Atualmente, a maçonaria é um dos principais atores políticos, estando, inclusive, próximos ao governo do presidente Jair Messias Bolsonaro.
Hoje, dia 23/08/2019, aconteceu um evento deplorável no Congresso Nacional. Uma sessão solene para parabenizar os feitos da maçonaria no Brasil e nos demais países do mundo. Sob o lema de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, eles pensam estarem construindo um mundo justo, mas, na realidade, criaram escravidão ao pensamento materialista/gnóstico e perseguição aos cristãos, a igualdade entre todos os maçons é a heresia e a fraternidade deles está no erro. É preciso retomar o lema de São Pio X “restaurar todas as coisas em Cristo”. Não, senhores, não há liberdade sem respeitar a Doutrina da Santa Igreja Católica Apostólica Romana! Não há igualdade, mas, sim hierarquia e ordem e a única fraternidade possível é aquela que nós fazem ser cristãos e não maçons.
O Instituto Santo Atanásio repudia, veementemente, esse ato no Congresso Nacional e conclama todos os católicos a fazerem o mesmo. Precisamos mostrar a nossa identidade e ela é e só pode ser CATÓLICA. Que estejamos prontos para bradar VIVA CRISTO REI e, com a graça de Deus, estar pronto para o martírio.
Salve Maria Santíssima! Viva Cristo Rei!