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CA de Direito da PUCPR promove “conversas” sobre “descriminalização” do aborto

Conversa sobre descriminalização do aborto na PUC-PR
A "Gestão Lótus" do CASP ao menos admite que o nascituro é um ser humano?
Por Luiz de Moraes

Membros do Centro Acadêmico do curso de Direito da PUCPR promoveram na manhã desta sexta, dia 8, o que chamaram de uma “roda de conversas com os alunos sobre a descriminalização do aborto“. O ato contrariou uma determinação prévia da universidade que, segundo o próprio CA, não havia aprovado a realização de um painel intitulado “Debate acerca da ADPF 442: Devemos descriminalizar o aborto?” que o CA pretendia incluir entre os eventos da sua II Semana Acadêmica. A iniciativa da “Gestão Lótus” do “Centro Acadêmico Sobral Pinto” teria sido, portanto, uma reação obstinada àquele impedimento. Pelo menos desta vez a PUC não chegou a favorecer a militância progressista anticatólica em seus campi, como aconteceu em setembro deste ano, quando um “coletivo” pró-LGBT foi instalado dentro da universidade dita “pontifícia” e “católica” com a anuência cúmplice da reitoria.

Em agosto do ano passado, o CA de Direito já havia promovido uma palestra da Professora Silvia Turra Grechinski favorável à “descriminalização” do assassinato de crianças em gestação, valendo-se de pretextos “sociais” e em prol da “saúde da mulher“. Os argumentos giraram em torno dos alegados riscos corridos por mulheres pobres que, ao contrário das ricas, não poderiam pagar clínicas clandestinas caras ou viajar para o exterior para terem acesso a um “aborto seguro”. Os direitos humanos da criança, a lei natural que ordena o respeito à vida alheia e a imoralidade intrínseca do ato de despedaçar e eliminar uma vida humana inocente não foram sequer considerados.

Embora tenha sido chamado equivocadamente de “debate”, no elóquio de 2018 não havia sequer um palestrante pró-vida convidado pelo CA e preparado para confrontar os argumentos da Professora Grechinski. Apenas alguns alunos discordantes manifestaram-se brevemente no final, embora eventualmente interrompidos por outros alunos ou pela própria professora. Um manifestante pacífico que distribuía folhetos com conteúdo informativo pró-vida na entrada do auditório onde acontecia o evento chegou a ser confrontado por um membro da diretoria do CA, que  ameaçou acionar a segurança da PUC para que o impedisse de entregar os folhetos e o retirasse à força do local. Ficava patente, então, o quanto o CA de Direito da PUCPR é “aberto ao diálogo” e respeitador da “pluralidade de ideias”.

Embora desta vez o CA tenha alegado em nota que solicitou à reitoria da PUC que “indicasse pessoas para se oporem à descriminalização” durante o painel, cabe questionar por que o próprio CA não foi atrás de ativistas pró-vida aptos a travarem com eles esse debate. Se o tivessem feito, poderiam ter apresentado à universidade um programa de fato justo e equânime para o painel pretendido, o que aumentaria as chances de aprovação do evento.

Os dirigentes do CA poderiam, por exemplo, ter procurado o Padre Silvio Roberto, MIC, da Casa Pró-Vida Mãe Imaculada ou os membros deste nosso Instituto Santo Atanásio. Se não o fizeram, talvez não estivessem tão dispostos assim a fazer algo realmente diverso da pantomima abortista travestida de “debate” que promoveram no ano passado. Sabemos bem que, muitas vezes, sob os disfarces da “liberdade de pensamento”, do “debate plural” e da “construção coletiva do conhecimento” encontram-se posturas ideológicas engessadas, intransigentes e profundamente avessas a qualquer diálogo honesto com pessoas que não rezam pela cartilha do progressismo ateu, materialista e militante.

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