O Ministro da Educação do governo de Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodríguez, desmontou a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) e criou duas novas: Modalidades Especializadas e Alfabetização.
Com isso, Vélez desfere um golpe nas ideologias diversitárias – em especial a ideologia de gênero – que parasitavam o Ministério da Educação sob pretextos de Direitos Humanos. Bem expressa isso o título da matéria da Gazeta do Povo: “Bolsonaro fecha órgão que criou o “Kit Gay”. Mas diversidade continua no MEC: Novo governo acomodou as funções de órgão criado por Lula em duas pastas. Secretaria extinta planejou a cartilha ‘Escola sem Homofobia'”
Sites esquerdistas, como o do PT, anunciaram esta mudança alegando que o governo Bolsonaro está excluindo os deficientes auditivos das políticas públicas da educação, o que é falso, pois a Secretaria de Modalidades Especializadas cuidará deste tema. Outra crítica comum é esta mudança evidencia discriminação. Para esta acusação, vale a própria nota do twitter do presidente Bolsonaro:
“Ministro da Educação desmonta secretaria de diversidade e cria pasta de alfabetização. Formar cidadãos preparados para o mercado de trabalho. O foco oposto de governos anteriores, que propositalmente investiam na formação de mentes escravas das ideias de dominação socialista”.
Nada mais anti-discriminação do que alfabetizar de modo decente – sem pedagogias revolucionárias – a população brasileira, possibilitando a todos a capacidade intelectual elementar para a vida de estudos.
Outra evidência de que a esquerda sentiu o baque foi a matéria da Folha de São Paulo sobre o assunto, chegando ao cúmulo do blefe de escrever que Bolsonaro “impulsionou sua carreira política em uma cruzada contra a abordagem do que ele e outros detratores chamam de ‘ideologia de gênero’, expressão nunca usada por educadores”. Como se fosse fácil apagar da memória o esforço da esquerda para incluir a ideologia de gênero nos Planos de Educação nas esferas federal, estadual e municipal. Como sofreram seguidas derrotas no debate e nas votações parlamentares nessas diferentes esferas de poder, parece que querem blefar alegando que “esta expressão nunca foi usado por educadores”. É o que comumente se chama de “está se fazendo de bobo”.
O especialista pseudo-isento chamado pela Folha para comentar a mudança do ministro foi o frei David Santos da ONG Educafro, cujo discurso já denuncia bem sua mentalidade, justamente aquilo que os brasileiros rejeitaram nas urnas: “O surgimento da Secadi foi determinante para despertar do povo negro, quilombola, indígena, ribeirinha”, diz. Despertar o quê? A matéria esconde, mas sabemos que “despertar” no jargão da educação esquerdista paulo freiriana significa “consciência de classe” que, em termos práticos, significa moldar mentes para os propósitos da revolução marxista.
Tendo a ideologia de gênero sofrido derrota nas esferas legislativas, ainda tinha força governamental através da distribuição do material pelo MEC, com os aplausos da Secadi. Não mais! Parabéns ao ministro e ao presidente por cumprir, tão cedo, a promessa de campanha de combater essas ideologias anti-científicas e nefastas.