Joana d’Arc, grande alvoroçadora para todos os tempos, e que jamais seria um ícone feminista, mesmo porque fez muitíssimo mais que todas as feministas somadas até hoje: foi generalíssimo dos exércitos de Carlos VII contra os invasores ingleses, mulher forte como ninguém – apesar de sua baixa estatura – e de respostas fortes e firmes diante dos senhores de toga que queriam culpá-la de crimes quando eram eles mesmos os que haviam traído a sua pátria.
E ela jamais será ícone feminista por três motivos:
1. Por seu patriotismo: Porque as feministas (por ser de corte comunista) advogam por um internacionalismo sem pátria que nega as suas próprias raízes, inclusive a família. Joana d’Arc combateu por sua pátria (que não era sua de nascimento, mas fez sua pelo sangue) para que os franceses tivessem um lugar para poder dar culto a Deus e criar livremente seus filhos.
2. Por sua pureza: Porque ela, diferentemente das feministas, cria que sua maior força residia em sua total entrega a Deus. E não há entrega a Deus sem pureza, que é como seu sinal exterior.
3. Por Deus: Porque Joana conhecia a Deus e batalhou por Deus, porque assim Deus lhe pedia. Todos os movimentos feministas são indubitavelmente ateus ou, ao menos, indiferentes quanto à religião.
Por tudo isso, Joana d’Arc é um verdadeiro estandarte de força e virtude feminina, de certo modo irrepetível, mas em outro sentido um modelo para as mulheres de nossos dias, para que não acreditem que essa coisa de ser mulher empoderada consista em ter o próprio salário ao preço de viverem como escravas.