
O Silêncio do Pai
É quase um lugar comum escutar – mais ainda no mês de março [1] – slogans sobre “a dor da maternidade não desejada”. Os feminismos pró-aborto se referem à maternidade como um peso escravizante, e também como “uma decisão”; “a maternidade será desejada ou não será”. Frente à crise de